Reviver o passado não é exatamente embarcar em uma cápsula do tempo que nos transporta à data exata de acontecimentos pretéritos. Adentrar a antiga escola de segundo grau e perceber que muito do passado permanece no presente foi um bálsamo consolador, foi chama a reavivar esperanças em um presente de realizações insípidas.
Retornar àquele prédio foi muito mais que uma visita a um espaço físico e a pessoas queridas. Pude visitar a mim mesmo, mergulhar no meu mais profundo íntimo e perceber o valor daqueles anos. Abraçar as professoras e ser por elas reconhecido foi um resgate de forças que demonstraram que o plantio daquela época fértil deu colheita rica e proveitosa.
Bem-aventurados sejam todos os que desempenham a nobre tarefa de disseminar o conhecimento, luz capaz de erradicar com amor as trevas da ignorância que petrifica a evolução.
Entrar naquelas salas de aula foi ver meu próprio reflexo em um espelho, que mostrava o início de uma juventude privilegiada. As salas me pareceram menores, quase salas de estar, nas quais me senti maior do que quando as frequentava diariamente, como se as experiências vividas fora delas agregassem de maneira concreta, palpável, ao meu corpo físico.
Todas as situações eram coro, que em voz uníssona reafirmavam a necessidade de continuar idealizando dias melhores, de continuar a ser o mesmo menino de outrora que sentara naqueles bancos com sonhos ainda hoje não realizados.
Retornar àquele prédio foi muito mais que uma visita a um espaço físico e a pessoas queridas. Pude visitar a mim mesmo, mergulhar no meu mais profundo íntimo e perceber o valor daqueles anos. Abraçar as professoras e ser por elas reconhecido foi um resgate de forças que demonstraram que o plantio daquela época fértil deu colheita rica e proveitosa.
Bem-aventurados sejam todos os que desempenham a nobre tarefa de disseminar o conhecimento, luz capaz de erradicar com amor as trevas da ignorância que petrifica a evolução.
Entrar naquelas salas de aula foi ver meu próprio reflexo em um espelho, que mostrava o início de uma juventude privilegiada. As salas me pareceram menores, quase salas de estar, nas quais me senti maior do que quando as frequentava diariamente, como se as experiências vividas fora delas agregassem de maneira concreta, palpável, ao meu corpo físico.
Todas as situações eram coro, que em voz uníssona reafirmavam a necessidade de continuar idealizando dias melhores, de continuar a ser o mesmo menino de outrora que sentara naqueles bancos com sonhos ainda hoje não realizados.